Norwegian, a empresa low cost tentando (de novo) os voos de longa duração

Aeroporto Charles de Gaulle esperando Norwegian para Julho

Aeroporto Charles de Gaulle esperando Norwegian para Julho

Enquanto as companhias low cost se concentravam até agora nos voos de menos de 4 horas, o cenário mudou nos últimos dois anos. A companhia norueguesa Norwegian Air Shuttle, já conhecida por ter aberto 38 voos entre a Europa e os Estados Unidos, já presente entre Nova Iorque e Paris Orly, vai inaugurar no próximo mês de Julho vários voos entre o aeroporto Charles de Gaulle e os Estados Unidos. Norwegian em Nova IorqueLigando assim 7 vezes por semana Paris a Nova Iorque, Los Angeles e Fort Lauderdale, ela vai propor tarifas a partir de 179 euros por cada trecho, 33% mais baratas que as melhores ofertas das companhias regulares. Além de uma nova concorrente nas rotas do Atlântico Norte, a  aparição de low cost em voos de longo alcance – que já começou também na Inglaterra, e na Alemanha com a Eurowings – é mais uma ameaça para as grandes empresas tradicionais.

Dreamliner da Norwegian

Dreamliner da Norwegian

Para competir com a Air France, desafiar a força das redes mundiais e oferecer um serviço competitivo mesmo se mínimo, Norwegian conseguiu reduzir os seus custos com três medidas. A primeira é de oferecer tarifas muito baixas, mas sem incluir nada além da passagem, de uma bagagem de cabina de 10 quilos, e do acesso a um excelente wifi a bordo. Qualquer outro serviço é cobrado: uma refeição 70 euros, uma mala no porão 70 euros, uma cadeira marcada 35 euros. As passagens não são reembolsáveis, têm suplementos para fones de ouvidos e até para cobertor, e uma sobretaxa é cobrada se pagar com cartão de crédito …

Hop, a fé da Air France nos low costs nos voos de curta distancia

Hop, a fé da Air France nos low costs para voos de curta distância

O segundo segredo dessas empresas low costs fica nos aviões escolhidos. Os Boeing 787-Dreamliner da Norwegian levam 291 passageiros (inclusive 32 numa classe Premium), em vez de somente 250 nas companhias tradicionais. Aviões da última geração, eles tem um consumo de querosene 15% mais baixo que os aparelhos da geração anterior, além de oferecer alguns serviços, especialmente o wifi, que ainda não são disponíveis em frotas mais antigas. Os custos da companhia estão também reduzidos pela estratégia escolhida para reduzir os custos de pessoal. Contratadas na Irlanda – sede da holding- ou nos Estados Unidos, as tripulações não serão enquadradas pelas pesadas leis trabalhistas francesas, nem influenciadas pelos poderosos sindicatos. A Norwegian espera assim rebaixar essas despesas de quase 50% em relação a Air France, diminuindo  seu peso de 30% a somente 16,3% em relação ao custo global dos voos.

Voo inaugural da Norwegian na Martinica

Voo inaugural da Norwegian para Martinica

Depois das empresas low cost na Europa e dos hubs das companhias do Golfo, o crescimento  da Norwegian ou da Eurowings é mais uma ameaça pesando no modelo tradicional da aviação internacional. Thierry Gargar do turismo da Guadalupe na inauguracão do voo da NorwegianO sucesso do modelo já experimentado em Londres, o rápido desenvolvimento internacional dessas companhias (a Norwegian já opera nas Américas, incluindo com voos entre  a Martinica, a Guadalupe e Boston, Baltimore ou Nova Iorque;  tem projetos em Bordeaux), mostra que essas novas ofertas dos low costs tenham a capacidade de seduzir os viajantes. Mesmo sabendo das dificuldades que o transporte aéreo a baixo custo sempre acaba enfrentando, e lembrando da pioneira Laker Airways ou da falida Zoom Airlines, a Air France e as grandes companhias regulares já estão cogitando uma resposta.

Jean-Philippe Pérol

O famoso explorador Thor Heyerdahl nas asas da Norwegian

O famoso explorador Thor Heyerdahl nas asas da Norwegian

 

Mais charme e luxo nos hotéis do Caríbe francês

 

Enquanto o Caríbe está agora muito perto de enfrentar profundas mudanças – principalmente, mas não somente, com a volta dos americanos em Cuba -, as ilhas francesas estão cada vez mais se posicionando na hotelaria de luxo ou pelo menos de charme.SERENO ST BARTH A menor delas, Saint Barthelemy, sempre se considerou como um destino exclusivo. Do mesmo tamanho que Fernando de Noronha, Saint Barth é uma parada do jet set international que gosta de se encontrar seja frente aos iates ancoradosLE SELECT no porto de Gustávia, seja no “popular” bar Le Select. A pequena ilha disponha de uma hotelaria excepcional, com sete estabelecimentos cinco estrelas, incluindo dois Relais Châteaux Eden Rock e Toiny, e o tão elegante Le Sereno. Algumas pequenas pousadas e muitas casas exclusivas completam a oferta de hospedagem, todas competindo para mostrar o charme especial dessa lugar cuja historia é dividida entre a França e a Suécia.

LA SAMANNA SAINT MARTIN

A vizinha Saint Martin se diferenciou da sua metade irmã Sint Marteen apostando também no luxo, com o espetacular La Samanna – do mesmo grupo do Copacabana Palace -, e mais ainda no charme de dezenas de pequenos hotéis ou de pousadas aconchegantes. LE PETIT HOTEL EM SAINT MARTIN FRANCÊSO Le Petit Hotel, que ganhou em 2013 o prêmio de excelência da Trip Advisor, fica na praia de Grand Case. Numa casa tradicional que foi completamente renovada em 2012, ele se destacou pelo atendimento personalizado e o charme do design dos seus nove quartos.

Na Martinica, que foi no século XIX a mais sofisticada das ilhas do Caríbe, a hotelaria pegou as mesmas tendências. Além do Relais Chateaux Le Cap Est Lagoon Resort et Spa, e de pequenos hotéis como o Plein Soleil, varias pousadas de charme foram abertas nos últimos anos. HABITATION THIERRY L ILETAs mais procuradas foram instaladas nas antigas “Habitations”. Essas são as tradicionais “casas grandes” das plantações de cana que fizeram a riqueza dos senhores de engenho, sendo o mais famoso o pai da Imperatriz Josefina, primeira e turbulenta esposa do Napoleão. A Habitation Lagrange e a Habitation de l’Ilet Thierry constam hoje como duas das mais charmosas pousadas da Martinica.

Sitting in the sea

Mas é talvez nas ilhas da Guadalupe que a virada para o charme do Caríbe francês é a mais espetacular. FLORES NO JARDIN MALANGAEnquanto muitos dos grandes hotéis de turismo de massa fecharam, começou a pipocar na ilha muitas pousadas oferecendo ambientes mais privativos, serviços personalizados e construções mais integradas as tradições e a historia da ilha. Assim são as deliciosas pequenas pousadas Le Jardin Malanga ou Le Diwali. Assim é o recentemente reformado La Toubana Hotel et Spa. Em cima de um barranco, na frente da praia (e do Club Med) de Sainte Anne, esse pequeno hotel respira um clima diferente, o bom gosto, o charme e a categoria trazidos pelos donos, Patrick e Corinne Vial-Collet. OS LEADERS DO LEADER HOTELMesmo sendo proprietários, com Daniel Arnoux, do maior grupo privado do Caríbe francês, eles estão sempre presentes e deram a La Toubana uma marca bem pessoal, na decoração e no serviço, na espetacular piscina, na adega do restaurante (onde grandes vinhos são vendidos a preço de custo), ou no ambiente atencioso e alegre bem franco-caribenho.

Sempre a procura de novidades, o turista gostando do Caríbe pode achar, nessas novas tendências da hotelaria das ilhas francesas, o tão desejado equilíbrio entre descontração e sofisticação, arte de viver e alegria.

Jean-Philippe Pérol

Sitting in the sea

Turismo e política: dá votos?

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Na véspera de cada grande eleição, seja no Brasil, na França ou em qualquer país do mundo, os profissionais do ramo vão lamentando o pouco espaço dado ao turismo no debate, pondo a culpa nos políticos que nunca estariam dando a esse setor o apoio que justificaria os 9% que ele pesa na economia e nos empregos mundiais. As verbas do turismo são em pouquíssimos países proporcionais a essa importância e ao crescimento de 4 a 4,5% que ele mantêm, mesmo em tempos de crise. De quem é a culpa, dos políticos mesmo?

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No debate presidencial que agita agora o Brasil, é  justo notar que cada um dos candidatos publicou suas propostas para o turismo. A Dilma lembrou os laços com a cultura e a exigência de investimentos em transportes nacionais e internacionais. A Marina foi mais específica, deu especial atenção ao ecoturismo, e a sua proposta de exploração turística dos parques nacionais deveria sem duvidas ser aproveitada, seguindo os exemplos de países como o Canadá que foi pioneiro nesse setor. Aécio foi talvez mais completo. Lembrou que uma política turística começa com pesquisas e avaliações, segue com investimentos específicos, grandes eventos culturais, enfim deve dispor de orçamentos de promoção internacional e de ferramentas de avaliação. Mais importante ainda, ele destacou com razão que o sucesso do turismo tem uma chave: a conscientização da população local dos impactos econômicos e sociais positivos do turismo.Paris-Plage,_the_beach_in_Paris_on_the_Seine,_24_July_2010

Esse apoio dos moradores  é imprescindível, não só para o turismo sustentável mas para todo o setor por três razões fundamentais. Em primeiro lugar porque são os moradores que aproveitam os benefícios do crescimento do turismo, diretamente os empregos e os fluxos financeiros, e indiretamente os equipamentos de lazer, os investimentos de infraestruturas ou os eventos culturais. IMG_0540 - Version 3Em segundo lugar porque será o atendimento dado por eles aos visitantes que contribuirá de forma decisiva a imagem e a qualidade do destino turístico onde vivem e trabalham. Enfim, e isso é o mais importante, porque  só os moradores podem convencer os políticos porque só os moradores votam.

De fato, os políticos não acreditam no turismo simplesmente porque os eleitores não acreditam. Na França, Geraldine Leduc, diretora da associação das cidades turísticas, comentava antes das eleições municipais de fevereiro: “mesmo quando o turismo é o primeiro setor econômico da cidade, essa atividade é, para as populações, sinônima de invasão, de poluição, de insegurança e de preços altos.” E onde se viu que chamar alguém de “turista” era um cumprimento?

Para conseguir mais apoio público, é essa imagem que os profissionais devem reverter, convencendo os eleitores do fantástico potencial de empregos e de riqueza do setor turístico.arts_culture_20130911_DossierCTIGphoto004 Muitos destinos já investiram em campanhas e treinamentos para convencer os locais, incentivando inclusive a ser “turista na sua própria cidade” ou promovendo “staycation”. Na França por exemplo, a Guadalupe realiza há anos campanhas de sensibilização com resultados espetaculares. Para o turismo conseguir o lugar e as verbas que merece dentro dos investimentos públicos, a saída dos profissionais não é reclamar dos políticos, mas continuar a esclarecer os eleitores para o turismo ajudar a ganhar voto !

Jean-Philippe Pérol

PS: os filmes de sensibilização dos moradores realizados pela Publicis Caribead alguns anos atrás para Guadalupe valorizam a agricultura, a pesca e os transportes.

Atendendo melhor os turistas, a França vai brigar pela liderança

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Definido como prioridade nacional pelo próprio presidente da República, o turismo francês virou também um dos pontos chaves da ação do ministro das relações exteriores da França. Encerrando os Encontros nacionais do turismo, que mobilizaram durante seis meses mais de 400 profissionais do setor, Laurent Fabius quis não somente anuncia grandes ambições – 100 milhões de turistas até 2020 – mas também medidas fortes para melhorar a atendimento e os serviços oferecidos aos visitantes.DSCN0159 Destacando um turismo diversificado e de qualidade, o projeto quer dar prioridade aos setores onde a excelência francesa é reconhecida: gastronomia e vinho, turismo urbano -incluindo shopping  e vida noturna, ecoturismo,  montanhas e esportes, luxo e artesanato.
A promoção, especialmente a nível internacional, tem que priorizar os destinos já conhecidos como verdadeiras grandes marcas  de turismo : Paris, Bordeaux, Borgonha, Castelos do Loire (ver abaixo a lista completa) …. A dimensão turística dos grandes eventos culturais ou esportivos deverá ser levada em consideração e valorizada.

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 O atendimento, especialmente na chegada nos aeroportos ou nas estações de trem,  é muitas vezes considerado um ponto fraco na França. 20071216_0Foram anunciadas varias medidas, especialmente para o transporte entre Paris CDG e a capital: corredores para ônibus e táxis, tarifa fixa para os táxis, melhorias nos trens para a Gare du Nord que será também renovada e modernizada. Uma nova e única sinalização será instalada nos aeroportos, na estações e no metro. Em todos os lugares turísticos o policiamento ser reforçado com agentes falando os principais idiomas. Forte reivindicação dos  consumidores, os horários de funcionamento das lojas vai ser ampliado, inclusive aos domingos , no centro de Paris e perto das grandes estações de trem.

Pais líder em novas tecnologias, a França não é sempre percebida como tal pelos turistas. O wifi grátis será oferecido nos principais aeroportos, e o governo vai incentivar os hotéis que ainda não fizeram esse investimento a faze-lo. Para ampliar a oferta de aplicativos de ajuda, de tradução ou de informação aos turistas, uma licitação será lançada imediatamente para lançamentos no Mercado em janeiro 2015. Novas plataformas de reservas hoteleiras serão incentivadas, e as relações entre as grandes centrais e os hotéis fixadas numa lei.

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O turismo sendo uma atividade de serviços, o treinamento dos profissionais é a chave de qualquer política de qualidade. 100.000 treinamentos específicos vão ser colocado a disposição do setor. DSCN0579Muitos deles integrarão uns estágios no exterior para melhorar a pratica de idiomas – um ponto fraco do setor na França.
Uma campanha de comunicação sobre  a importância e as oportunidades das profissões do turismo será financiada pelo ministério. Para o setor ficar mais atrativo para os pequenos empresários, uma seria de medidas de desburocratização serão publicadas esse ano.

Mobilizando agora não somente os tradicionais parceiros do ministério do turismo, mas todos os atores públicos, as embaixadas e as televisões publicas, o projeto quer ver a França não somente aproveitar o incrível crescimento do turismo ( 1,560 bilhões de turistas previstos no mundo em 2020) mas também conservar a liderança nesse setor criador de empregos e de receitas internacionais em todas as regiões francesas, da Europa, ou do Caribe. luxury_0000_c_atout_france_-_leonard_de_serres_-_chateau_de_chambordSe o apoio financeiro parece ainda muita aquém do necessário, o projeto deve sem dúvida animar os atores franceses e estrangeiros do setor. Mais acolhedora, mais acessível,  mais atual, e promovida com o apoio de todos, a França será ainda mais atraente para seus visitantes.

E para nós, no Brasil, vale a pena lembrar que desses 100 milhões de turistas esperados, 1,5 milhões serão brasileiros.

 Jean-Philippe Pérol

Os destinos considerados como marcas de turismo internacionais serão os seguintes: Lyon, Lille, Champagne, Alsácia, Paris, Borgonha, Mont Saint Michel, Bretanha, Castelos do Loire, Bordeaux, Alpes, Auvergne, Biarritz, Provence, Lourdes, Côte d’Azur, Córsega, Reunião, Martinica e Guadalupe.

Miami Cruise Shipping: novas tendencias em cruises, e em Miami

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Com mais de 10.000 visitantes, 900 expositores vindo de 127 países, e mais de 2000 delegados – incluindo todos os grandes executivos do setor – na imperdível sessão inaugural “State of the Global Cruise Industry”, a trigésima edição desse sênior evento foi um sucesso tanto para os organizadores que para as cidades de Miami e Miami-Beach.carnival-valor-cruise-ship-passes-miami-beach-free-wallpaper-1600x1200
Dos quatro dias de encontros, conferencias e conversas, dos paineis com os representantes de Carnival Corporation & plc, Royal Caribbean Cruises Ltd, Norwegian Cruise Line ou MSC Cruises, alguns pontos fortes parecem ser as novas tendências da indústria.

1. Os cruzeiros deixaram definitivamente de ser um produto norte americano. 51% dos clientes são oriundos dos Estados Unidos, mas a Europa (inclusive agora a França) continua de crescer e o Brasil virou o sexto mercado mundial com 3,4% do total.

2. Os destinos também estão cada vez mais diversificados, são 400 portos no mundo brigando por navios. fotoA Ásia é agora a primeira prioridade, tanto pelo mercado potencial que pelo atrativo dos numerosos destinos. A América Latina é agora distanciada, uma das razoes, destacada no painel sobre as Américas, sendo a impressionante burocracia e os altíssimos custos operacionais dos portos brasileiros.

3. Os agentes de viagens são mais do que nunca o canal de distribuição preferido das grandes companhias de cruzeiro. Depois de dois anos de problemas e de duvidas elas parecem ser mais convencidas do que nunca que um intermediário qualificado e de confiança é a chave de vendas bem sucedidas. As vendas diretas, via Internet ou não, não parecem mais ser uma prioridade de ninguém.

4. Os destinos ficam cada vez mais preocupados pelo impacto econômico dos cruzeiros. Com menos da metade dos passageiros descendo dos navios, com um nível de gasto por menos inferior a 100 usd, os responsáveis procuram ser mais criativos para ter um ROI justificando os investimentos. fotoNas ideias mais interessantes, nota se o ‘Cruise Day’ criado em Hamburgo para associar a população local e os outros turistas, a diversificações das ofertas de excursões combinando com os perfis dos passageiros, ou o marketing agressivo de Sint Marteen junto aos tripulantes que chegam a comprar mais que os próprios turistas. Esses esforços são chaves para o futuro, a concorrencia maior sendo dos próprios navios que viraram também, com seu conforto, oportunidades e serviços, verdadeiros destinos turísticos competitivos.

5. A França se destacou mais uma vez. foto (3)Único pais do mundo a ter portos nos três oceanos, teve  um espaço organizado pela Atout France onde a Provence , a Côte d’Azur e a Corsica vieram com forte participação. A força do destino vinha também de outras delegações, dos portos de Atlantico (Bordeaux não perdeu um evento nos últimos 30 anos), da Martinica, da Guadalupe, de Tahiti e de Saint Martin.

As novidades do setor de cruzeiros não foram as únicas que foram percebidas nesse Miami Cruise Shipping. Miami Beach também esta cheia de novidades, seja nos hotéis com varias aberturas ou renovações (adorei o novo James Royal Palm), seja nas lojas cada vez mais bem atualizadas. É também interessante de perceber que a cidade é muito consciente das crescentes exigências culturais dos turistas, e o Perez Art Museum Gallery esta virando uma imperdível opção!

Foto do blog brasilafrancesa.com da Caroline Putnoki

Foto do blog brasilafrancesa.com da Caroline Putnoki

Jean-Philippe Pérol