Com 34% da produção mundial – frente a Espanha, aos EEUU e a Itália -, a França é líder do setor, com varias denominações de origem para seus Rosés. Os mais conhecidos vêm da Provence, que representam 19% da produção com as etiquetas de Côtes de Provence, Coteaux d’Aix-en-Provence ou Coteaux Varois-en-Provence. Nesses vinhedos emblemáticos são elaborados alguns dos Rosés mais caros do mundo. Mas a primeira região produtora é a Occitania com quase 50% do total, as apelações Pays d’Oc sendo as mais importantes. Outros vinhedos franceses, no Vale de Loire, na Savóia, em Bordeaux, e até na Champagne, produzem, e exportem, os seus rosés.

O Miraval do Brad Pitt produz o Rosé mais caro do mundo
Se os franceses continuam sendo os maiores consumidores com 35% do consumo mundial, o rosé atraia cada vez mais amadores dos Estados Unidos, da Espanha, da Alemanha e até do Brasil. Os enófilos apreciam agora sua diversidade. O pinot noir da uns rosés bem clarinhos, o syrah, o carignan e o merlot repassam cores mais fortes, o grenache rosés alaranjados, e a uva cinsault cores quase amarelas. Novos consumidores são também seduzidos pela qualidade crescente, consequência dos esforços dos produtores que estão por exemplo esticando os tempos de guarda, hoje quase sempre superior a um ou até dois anos para os vinhos produzidos pela Associação internacional dos Rosés de terroirs.

A alegria e a simplicidade do rosé agradam os millennials
Revalorizado, descontraído e fácil de beber ( pode até “fazer piscina”, seja por uma pedra de gelo no seu copo sem que isso seja um crime), o Rosé aproveita as imagens de férias e de sol que ele carrega. Seus críticos falavam do Rosé de Provence, o mais famoso dos rosés, que quem o bebia não estava bebendo vinho. Bebia as oliveiras da Provence, as tardes ensolaradas, bebia os anciãos jogando bocha na pracinha do vilarejo, os campos de lavanda e o canto das cigarras. Outrora gozação, essas imagens de terroirs podem, em tempos de verões mais quentes e mais compridos, de ferias mais frequentes e de consumidores mais relaxados, ajudar o Rosé a virar o xodó do aquecimento global.








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Misturando vidro, aço e concreto, o conjunto de 11.000 metros quadrados agrega três blocos: a base, com a chegada dos grupos, os auditórios e os espaços técnicos, o cristal, com a entrada do publico e os espaços de circulação, e a nuvem, com 4 salas de exposições permanentes e 5 de temporárias. No térreo, olhando para o jardim e para as águas do rio, a 
Um total de dois milhões de peças dentre das quais três mil são expostas, junto com algumas compras espetaculares como um esqueleto de Camarasaurus, um dinosauro de 155 milhões de anos que foi encontrado no Wyoming e comprado por um milhão de euros, ou outros esqueletos de mamute, de lobo de Tasmânia ou de dodô. A diversidade do acervo aparece com toda a sua riqueza no “Quarto das Maravilhas” onde são expostos, com harmonia de cores e de apresentações, peças de marfim, troféus de caças e animais raros. Já reconhecida como grande destino de turismo gastronômico, a cidade de 









Em 1852, na véspera da inauguração duma nova estátua da 

Hoje a Festa das Luzes,

