
Nas comemorações do bicentenário, a reconstituição da batalha
Em Waterloo, essa triste planície onde as tropas de Wellington e Blucher acabaram no dia 18 de Junho de 1815 com os sonhos franceses da Revolução e do Império, uma francesa conseguiu uma surpreendente vitória. Geneviéve Rossillon, presidente da operadora de sítios e monumentos turísticos Kleber Rossillon fundada pelo seu pai, venceu uma licitação da região belga da Valônia para administrar durante os próximos quinze anos o sitio da famosa e trágica batalha. Localizado a vinte minutos ao sul de Bruxelas, o Memorial 1815 inclui não somente os principais campos e prédios que viram a heróica derrota dos soldados de Napoleão, mas também um centro de informação e de interpretação multimídia subterrâneo inaugurado durante as comemorações do bicentenário.

O Memorial 1815
A empresa Kleber Rossillon já administra nove sítios patrimoniais na Franca , recebendo mais de um milhões e meio de visitantes na Bretanha, no Vale do Loire e na Auvergne. Desde 2015 é responsável da famosa Grotte Chauvet 2, réplica fiel da gruta inscrita ao patrimônio da UNESCO pelas suas excepcionais pinturas rupestres que nossos ancestrais deixaram há 36.000 anos. O Memorial de Waterloo sera o seu primeiro investimento fora da França. Genevieve Rossillon já mostrou grandes ambições com a sua vontade de quase dobrar o numero de visitas – passando de 170.000 a 300.000, contando na contratação de quinze funcionários para melhorar o atendimento, na multiplicação dos eventos e das animações, e na ampliação da oferta cultural para todos os públicos

O Museu Wellington, último quartel geral do vencedor
Logo esse ano, já são previstas importantes comemorações, dia 18 de Maio com os 250 anos do nascimento do Duque de Wellington, e dia 15 de Agosto pelo aniversário do Napoleão. Perto do morro do Leão – monumento erguido pelos holandeses então ocupando a Bélgica -, serão realizadas a partir de junho varias reconstituições da batalha bem como da vida e do dia a dia das tropas. O novo Memorial terá também novidade nos seus dois restaurantes”, ambos com um decoração inspirada do ambiente na véspera da batalha . O « Wellington » vai oferecer cardápios e preços tipo “Bistrô”, enquanto o mais requintado « Le Bivouac » apresentará uma cozinha mais gastronômica. Com essas novas ideias, a francesa Kleber Rossillon espera que a sua batalha de Waterloo será mesmo vitoriosa!
Esse artigo foi traduzido e adaptado de um artigo publicado na revista on-line Pagtour


Mesmo com as movimentações da Copa e as incertezas das eleições, os assíduos de Paris, os apaixonados pela cultura, os amantes do vinho ou da gastronomia, e os conhecedores do shopping a francesa vão confirmar a França como o primeiro destino brasileiro na Europa. A queda do real e a decepção do crescimento econômico levaram porem a uma queda dos fluxos de novos viajantes. indispensáveis as ambições do turismo no Brasil, chaves do sucesso das grandes operadoras, esses clientes emergentes ficaram escassos no segundo semestre e explicam que as viagens de brasileiros para França devem fechar o Ano Velho com um crescimento zero.


